Eu não deixo ninguém pra trás. É que algumas pessoas me perdem um pouco a cada dia e nem percebem.(Caio F. Abreu)






- Escrito por: às: 10h57 |




A flower in the rainy night, flower in the rainy night, blown by wind and rain, falls to the ground. No one sees, my sighing every day; once the flower falls, it cannot return. The flower falls to the ground, flower falls to the ground; no one sees or takes care. The heartless wind and rain bar me from my future. Once the flower has fallen, what can be done?Heart less rain, heart less rain, with no thought of my future. Not noticing what has be fallen me, so weak and fragile, my future has lost its brightness and promise. The dripping rain, the dripping rain, leads me . Why have my leaves been allowed to fall and the flower to break from its stem?For the rest of time, no one will pay heed to what has happened.





- Escrito por: às: 22h17 |




"Namora uma mulher que lê. Namora uma mulher que gaste o dinheiro dela mais em livros do que em roupas. Ok, ela se perde um pouco na arrumação da casa, mas é porque tem livros demais. Namora uma moça que tenha uma lista de livros pra ler, que tenha uma carteirinha da biblioteca desde a primeira infância.

Encontra uma mulher que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro dentro da bolsa. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um gritinho surdo ao encontrar o livro procurado. Vês aquela moça com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros de segunda mão? É a leitora. Para ela, o cheiro das páginas, sobretudo quando ficam amarelas, é perfume!

Ela é a garota que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a xícara, percebes que o calor já se foi, perdidos, os dois, ela e o café, em um mundo feito pelo autor. Senta. Admira-a de relance, porque a maior parte das mulheres que lêem não gostam de ser interrompidas. Oferece-lhe outra xícara de café.

Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Pergunta-lhe se gosta de Clarice. Ou se gostaria de ser Alice.

É fácil namorar uma moça que lê. No seu aniversário, no Natal e em datas especiais, dê-lhe livros. Ofereça-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Ofereça-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Que sabes a diferença entre os livros e a realidade.

Minta. Uma vez, duas, deslavadamente. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.

Trate de desiludi-la. Porque uma mulher que lê compreende que o fracasso conduz sempre ao clímax. E que todas as coisas chegam ao fim. Que sempre há a possibilidade de se escrever uma sequência. Que pode-se começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.

Temes que ela descubra tudo o que não és? As mulheres que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem [exceto na saga Crepúsculo]. E quando a vires acordada às duas da manhã, chorando, com um livro contra o peito, envolva-a com um abraço. Prepara-lhe um chá. Podes perdê-la por uma ou duas horas, mas ela volta para ti.

Quando menos perceberes, já está: alugas um balão de ar quente e te declaras. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente, pelo skype. Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar aos seus filhos o Gato de Botas e Aslam - talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das botas.

Namora uma mulher que lê, porque tu mereces. Mereces uma mulher que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. A não ser que prefiras a monotonia, horas requentadas, propostas meia-boca... Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma mulher que lê.

Ou, melhor ainda, namora uma mulher que escreve."

* do original Date a girl who reads, de Rosemary Urquico 





- Escrito por: às: 00h56 |




O lançamento deste livro é um milagre diante da

fase em que se deu a sua concepção.

Os problemas pessoais dos envolvidos,

os atrasos,os prazos, a gráfica,a comunicação,

tudo parecia atravancado!

Foi muito interessante participar deste projeto

em que desenvolvi a capa do livro em cima

da maravilhosa fotografia de Sidney Scarazzati,

diagramei, prefaciei e eis este presente

maravilhoso que Neva Scarazzati nos deu:

"O Gato e o Cravo"

 





- Escrito por: às: 10h08 |




É com imenso prazer que convidamos todos os artistas, poetas,

Cronistas, estudantes, amigos e apreciadores da poesia para a inauguração do:

 

“CICLO DE POESIA LISPECTOR”

Tragam os seus poemas, contos e manifestações artísticas para compartilharem,

neste momento de celebração da cultura!

 

Encontro Quinzenal de Poesia nos dias:

06/04/13,20/04/13,04/05/13,18/05/13,01/06/13

HORA:13.30

Local:Biblioteca Clarice Lispector -Rua Jaricunas, 458 – Lapa -São Paulo, SP

Informações: (11)3672-1423

 





- Escrito por: às: 00h44 |




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